minhas músicas

sexta-feira, 12 de abril de 2013




                               
                                               


É assim, basta um sorriso teu pra eu me sentir nas nuvens, os pensamentos ruins somem rapidamente, me deixa em extaze sentindo um bem em meu peito, é bom e é mágico, não penso em mais nada a não ser em você. 
O tempo vai passando e me sinto mais apaixonado, por todos os mínimos detalhes que encontro em ti, desde do teu encantador olhar até seu jeito único de ser e é com essa timidez que me conquistas;
com esse jeito puro e verdadeiro que balança meu coração, é com esse sorriso que deixa minhas pernas bambas, o destino existe pra quem acredita. 
Sim! 
Sou um deles, comprovado assim que lhe conheci. 
Deixo em tuas mãos a chave do meu coração e encontro no teu sorriso a esperança, encontro no teu sorriso forças pra não desistir do que quero, o seu sorriso só me mostra a verdade, seu sorriso que mexe comigo, que me faz querer você...

caminhante.


Tudo na Vida são ciclos, tudo têm um início e tudo têm um fim.
Contudo, mesmo depois do fim, existe algo que permanece para sempre, algo que perdura para lá das palavras que se deixa e dos gestos que se praticam.
...
O Sentir genuíno, dum Amor, que nunca terá fim,
um Sentir que extravasa para lá de si mesmo!
Este é, o Poder do Amor.

                i love amo tu.


Ah, se já perdemos a noção da hora 
Se juntos já jogamos tudo fora 
Me conta agora como hei de partir 
Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios 
Rompi com o mundo, queimei meus navios 
Me diz pra onde é que ainda posso ir 
Se nós, nas travessuras das noites eternas 
Já confundimos tanto as nossas pernas 
Diz com que pernas eu devo seguir 
Se entornaste a nossa sorte pelo chão 
Se na bagunça do teu coração 
Meu sangue errou de veia e se perdeu 
Como, se na desordem do armário embutido 
Meu paletó enlaça o teu vestido 
E o meu sapato ainda pisa no teu 
Como, se nos amamos feito dois pagãos 
Teus seios ainda estão nas minhas mãos 
Me explica com que cara eu vou sair 
Não, acho que estás te fazendo de tonta 
Te dei meus olhos pra tomares conta 
Agora conta como hei de partir 

Eu Te Amo 
Ana Carolina


* não é uma música de despedida, é uma das minhas declarações de amor preferidas.

               Varal do amor.


A gente se encaixa.
A gente se combina.
E quando a paixão nos invade, são rosas perfumadas, com o nosso próprio perfume...
São roupas estendidas no varal com cheiro de lavanda e um vento bem delicado espalhando esse perfume pelo mundo.

 é assim que te amo.

Sempre.


Vontade de viver ao teu lado pra sempre.

sábado, 2 de março de 2013


Alegria e Tristeza

Foi com tristeza e alegria ao mesmo tempo que tive oportunidade de assistir e participar numa pequena cerimónia que contou com a participação e organização de algumas pessoas que ainda acreditam que é possível ajudar os outros. 
Com alegria por ver pessoas que, com um pouco da sua boa disposição, um pouco do seu talento, um pouco da sua vontade de ajudar, um pouco de seu amor, conseguiram angariar fundos para contribuir para a compra de algo que uma menina, portadora de uma deficiência mental, estava a necessitar e que a família não tinha possibilidades de a dar. Uma cadeira de rodas. 
E foi com tristeza por saber que há pessoas que não tiveram tanta sorte e terão de viver uma vida extremamente limitada. E por mais que tente perceber, acho que nunca conseguirei ter a noção exacta do que será viver fisicamente num mundo e mentalmente noutro. Infelizmente às vezes são só nessas alturas que sabemos dar valor a determinadas coisas que normalmente nem fazem parte dos nossos pensamentos do dia-a-dia.
Esperemos que a ajuda que foi dada hoje àquela menina lhe facilite a vida difícil que ela enfrenta todos os dias. Afinal de contas porque não haveremos de fazer isso mais vezes?! Dar um pouco de nós pode significar muito para alguém.

Sentado na Rocha

O sentimento que me faz saltar e correr ao longo de todo esse labirinto comandado pelo tempo onde não encontro a saída. A saída infligida e que me faz retinir como uma pedra de cristal desfeita em gotas de água que são muito mais do que um cubo de gelo e que mesmo assim não arrefecem esse fervor que ferve sem fervilhar.
Se pudesse sentava-me na minha rocha dia e noite, fizesse sol, fizesse chuva, e retirava os ponteiro do relógio e ponha-os a descansar algures no infinito do oceano para poder ter tempo para pensar e tornar a pensar até encontrar uma solução, uma saída. Agora que o relógio estava desarmado seria mais fácil!


Durante o eclipse das horas, as memórias que abanam os atalhos do labirinto surgiriam como "flashes" das máquinas fotográficas dos "paparazzis", chegando a impedir os meus braços e as minhas mãos de desviarem a densa ramagem que se me imponha, que me encandeava o caminho deixando-me à deriva e sem conseguir avançar.
Por mais que custe, por mais absurdo, por mais triste, por mais inesperado, haverá um dia em que a ave terá de sair do ninho e descobrir como é o mundo lá fora e terá de usar as suas próprias asas para poder planar e voar, para poder manter-se no ar porque o ninho não será grande suficiente para albergar a próxima postura.



Vou procurar o meu relógio...

Uma noite à luz da vela

Muitas vezes não conseguimos ultrapassar os problemas porque temos dificuldade em admitir que temos o problema nas nossas mãos. Outras vezes não encontramos o ponto de partida para a resolução desse problema e limitamos a esperar que o passar do tempo mude as coisas e que o problema desapareça, mas chega a um dia em que apenas serviu para o agravar.
Encontrei algures um texto que fala acerca de um tema que não é novidade para todos nós, e quem sabe até o texto já seja conhecido, mas que por ser exactamente o que acontece muita vez, decidi deixá-lo aqui.

Uma noite à luz da vela
Encontrei uma pessoa que me confessou que a sua família, uma vez por semana, passa uma noite à luz da vela. Tudo começou num dia em que a electricidade faltou. Nessa noite não houve televisão, nem rádio, nem computador. Pais e filhos ficaram juntos em redor de uma vela acesa. O serão foi divertidíssimo, conversou-se, contaram-se histórias e o tempo passou serenamente. A experiência agradou e, a família, a partir desse dia decidiu passar uma vez por semana, a noite à luz da vela.

Actualmente, durante o dia, se retiramos o tempo de sono, as famílias dispõem pouco mais de três a quatro horas para estarem juntas. Habitualmente o (des)encontro tem início ao jantar. As refeições são feitas de televisão ligada para se ver as notícias. Este momento de partilha, por excelência, é assim desperdiçado: a televisão intromete-se, como se de um muro se tratasse. A seguir ao jantar, enquanto os mais novos se isolam no quarto a ouvir musica, a jogar no computador ou a navegar na Internet, os pais continuam hipnotizados pelo televisor, distraindo-se com a novela ou com o reality show do momento. O tempo passa e, sem darem conta, as quatro horas foram consumidas num ápice. No outro dia, a rotina repete-se.

Para existir intimidade entre as pessoas é indispensável que haja partilha. É importante revelar os pequenos acontecimentos que ocorreram durante o dia. Os momentos bons, os maus, as dúvidas, os desejos, as frustrações, enfim., é preciso partilhar. De que outra forma é que nos podemos conhecer uns aos outros? Se perdermos este hábito como é que os pais podem acompanhar o que se passa com os filhos? E o casal, como é que pode ter intimidade se não existir diálogo?

Nos dias de hoje não se discutem em casa os vários assuntos da actualidade; assistimos na televisão aos debates que os outros fazem por nós. As crianças têm cada vez menos espaço para a imaginação. Não brincam aos polícias e ladrões, ou aos príncipes e princesas, preferem jogar em frente a um ecrã um jogo que alguém imaginou para eles. Os adolescentes não procuram pedir aos pais opiniões e conselhos, em vez disso pesquisam na Internet. Acaba por ser mais cómudo para os pais, porque assim, pelo menos não os aborrecem com perguntas difíceis.

Se reflertirmos um pouco, percebemos que vivemos numa sociedade de consumo que procura a todo o custo apoderar-se do nosso tempo livre e captar a nossa atenção, apenas com um objectivo: obrigar-nos a consumir. É assustador o número cada vez maior de horas que os adultos, jovens e até as crianças passam por dia a ver televisão e em frente ao computador. O tempo acaba por ser destinado quase em exclusividade para satisfazer necessidades narcísicas já que a outra pessoa fica excluída.

Ninguém tem dúvidas que isto tem consequências na relação entre pais e filhos. Mas, a relação entre o casal também fica atingida. Muitos casamentos acabam por definhar com o tempo, por que não há comunicação. O diálogo e a partilha são indispensáveis para que haja intimidade entre as pessoas. Há coisas que têm que ser ditas. Nalguns casos o silêncio pode ser corrosivo e devastador.

Um casal que atravessava uma grave crise conjugal apresentou-se ao médico para tentar fazer uma terapia de casal. Uma das queixas apresentadas pela mulher era que estava casada há trinta anos e o marido nunca lhe tinha dito, durante aquele tempo, que a amava. Por isso, ela sentia-se profundamente infeliz e insegura. O marido com alguma indiferença respondeu - Disse-lhe que a amava no dia do casamento, como não mudei de ideias, não vejo a necessidade de me repetir.

Prescrição médica: «Uma noite por semana à luz da vela»